
O deputado falou sobre a importância da família
no combate às drogas e também disse que tanto o estado como os governos têm que
agir juntos.
Sobre eleições 2012, o deputado mostrou que o
suspense continua. Veja abaixo a entrevista.
Deputado, como o senhor enxerga a
relevância de um seminário como esse (“Drogas Por Quê? Desafios para a
Educação”) sobre um assunto tão importante na sociedade de hoje, no Brasil e
principalmente em Paulo Afonso, onde o consumo de drogas não para de
aumentar?
Quero em primeiro lugar agradecer a Fundação Milton Campos que está
promovendo esse encontro aqui com o tema altamente relevante. Pois a sociedade
hoje está envolvida neste tema, porque as drogas vêm a elaborar a sociedade como
um todo, nos distritos federados, mas também na família e na equipe dos
educadores. A Fundação traz aqui, gente que mexe em computação de dados e
sistemas para nós discutirmos e até aperfeiçoarmos a lei, tanto nos estados em
assembleias estaduais, quanto no congresso nacional. Temos que mostrar à
sociedade que esse é um tema em que nós temos que envolver a família, porque a
questão das drogas, você tem problemas na educação, você tem problemas na
estrutura. Ou seja, se você não tiver uma casa para morar, você não pode educar
seu filho, se você não educar seu filho, ele pode ter um desvio de conduta.
Então envolve um sistema, a educação é um deles, mas a família também. Então a
Fundação está de parabéns por vir até aqui em Paulo Afonso para a gente discutir
o tema e poder levar sugestões para os congressos, para as assembleias, as
câmaras de vereadores, para o congresso nacional. Precisamos aperfeiçoar e
melhorar esse combate das drogas no país.
Com iniciativas como essa, há alguma
esperança de que clínicas possam vir para a cidade trazer melhoria para a
juventude? Um tratamento para jovens que estão envolvidos com dependência
química seria fundamental…
Isso depende muito de ação conjunta. Se o governo prioriza politicamente ter
esta vertente, de combate à droga, isso é essencial. Hoje é o câncer que está se
alastrando no país. Não é só na Bahia, é em todo canto. Então é importante que
a iniciativa privada se envolva, os educadores… Tem que haver uma estrutura
educacional do estado, do governo federal e da família. A família tem um papel
fundamental. Eu por exemplo, quando meus filhos estavam na escola, todo dia
verificava as sacolas deles para ver o que tinha dentro e o que não tinha. Papel
fundamental do educador, do pai de família. Então é um tema muito relevante que
a gente precisa alertar toda a sociedade.
Aproveitando que estamos em um ano
político, a gente não pode deixar de falar sobre este assunto… Já tem alguma
decisão do Partido Progressista (PP) sobre o candidato a prefeito de Paulo
Afonso?
Nós estamos discutindo com os partidos da base aliada e os partidos de
oposição para buscarmos um nome em consenso. Nós vamos abraçar este nome e fazer
a campanha. Pode ser do PP, pode ser de outro partido. Nós vamos discutir isso
com os partidos da base aliada.
Redação quarttopoder
no combate às drogas e também disse que tanto o estado como os governos têm que
agir juntos.
Sobre eleições 2012, o deputado mostrou que o
suspense continua. Veja abaixo a entrevista.
Deputado, como o senhor enxerga a
relevância de um seminário como esse (“Drogas Por Quê? Desafios para a
Educação”) sobre um assunto tão importante na sociedade de hoje, no Brasil e
principalmente em Paulo Afonso, onde o consumo de drogas não para de
aumentar?
Quero em primeiro lugar agradecer a Fundação Milton Campos que está
promovendo esse encontro aqui com o tema altamente relevante. Pois a sociedade
hoje está envolvida neste tema, porque as drogas vêm a elaborar a sociedade como
um todo, nos distritos federados, mas também na família e na equipe dos
educadores. A Fundação traz aqui, gente que mexe em computação de dados e
sistemas para nós discutirmos e até aperfeiçoarmos a lei, tanto nos estados em
assembleias estaduais, quanto no congresso nacional. Temos que mostrar à
sociedade que esse é um tema em que nós temos que envolver a família, porque a
questão das drogas, você tem problemas na educação, você tem problemas na
estrutura. Ou seja, se você não tiver uma casa para morar, você não pode educar
seu filho, se você não educar seu filho, ele pode ter um desvio de conduta.
Então envolve um sistema, a educação é um deles, mas a família também. Então a
Fundação está de parabéns por vir até aqui em Paulo Afonso para a gente discutir
o tema e poder levar sugestões para os congressos, para as assembleias, as
câmaras de vereadores, para o congresso nacional. Precisamos aperfeiçoar e
melhorar esse combate das drogas no país.
Com iniciativas como essa, há alguma
esperança de que clínicas possam vir para a cidade trazer melhoria para a
juventude? Um tratamento para jovens que estão envolvidos com dependência
química seria fundamental…
Isso depende muito de ação conjunta. Se o governo prioriza politicamente ter
esta vertente, de combate à droga, isso é essencial. Hoje é o câncer que está se
alastrando no país. Não é só na Bahia, é em todo canto. Então é importante que
a iniciativa privada se envolva, os educadores… Tem que haver uma estrutura
educacional do estado, do governo federal e da família. A família tem um papel
fundamental. Eu por exemplo, quando meus filhos estavam na escola, todo dia
verificava as sacolas deles para ver o que tinha dentro e o que não tinha. Papel
fundamental do educador, do pai de família. Então é um tema muito relevante que
a gente precisa alertar toda a sociedade.
Aproveitando que estamos em um ano
político, a gente não pode deixar de falar sobre este assunto… Já tem alguma
decisão do Partido Progressista (PP) sobre o candidato a prefeito de Paulo
Afonso?
Nós estamos discutindo com os partidos da base aliada e os partidos de
oposição para buscarmos um nome em consenso. Nós vamos abraçar este nome e fazer
a campanha. Pode ser do PP, pode ser de outro partido. Nós vamos discutir isso
com os partidos da base aliada.
Redação quarttopoder
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